Sai do quarto grunhindo, com as mãos apertadas em punho, tentando me controlar e voltar a mim mesmo. As palavras de Sophia e a desconfiança dela sobre as minhas intenções, me fizeram perder todo o autocontrole, a raiva por mim mesmo ferveu em minhas veias, assim como o desespero que tomou meu peito ao ver que ela me queria longe, que parecia determinada a não me deixar tocá-la.
Aquilo não poderia ter acontecido, sempre quando tudo parecia estar bem entre nós algo acontecia para nos atrapalhar,