19. A Segurança de Isadora
LORENZO
Não fazia ideia do que responder a Valentina, então apenas calei. Se eu usaria Isadora como armadilha para esse tal de Jonas, só o tempo poderia dizer.
O carro virou a esquina e entrou numa rua estreita, mal iluminada. O prédio era velho, devia estar de pé desde a fundação da cidade. O táxi dela havia partido. Ela abria o portão.
Observei o prédio antigo, de fachada descascada e sem porteiro. Nem câmeras, nem iluminação decente.
— Que vizinhança ruim. Se eu quisesse matá-la, faria isso