Mundo de ficçãoIniciar sessãoDavid Jones
Hospitais de criança têm um som próprio. Não é silêncio, mas também não é barulho. É aquele zumbido de máquinas, rodinhas de maca, passos apressados e choros curtos, entrecortados por vozes calmas que tentam segurar o mundo no lugar.
Eu segui Moira pelo corredor como sombra. Jack estava na maca, os enfermeiros ajustando o oxigênio, e ela parecia prestes a quebrar a qualquer segundo. A pele dela estava pálida, os dedos agarrados na mão do menino como se ninguém mais tivesse o direito de tocá-lo.
Um médico alto se aproximou, prancheta em mãos. “Mãe do paciente?”
“Sim,”







