A luz pálida do amanhecer de sábado entrou de mansinho pelas frestas da cortina, trazendo-me de volta à realidade. Pisquei os olhos devagar, sentindo um calor aconchegante me envolver. Demorei alguns segundos para lembrar que não estava na minha cama. Eu ainda estava no sofá da sala, e o ritmo calmo e compassado de uma respiração contra o meu topo da cabeça me fez recordar a noite anterior.
Gustavo ainda estava ali. Ele havia permanecido na mesma posição para não me acordar, com o braço firmeme