~ MARCO ~
Acordei com um sobressalto, o pescoço doendo pela posição estranha. Por um momento, fiquei desorientado, sem saber onde estava ou que horas eram. Então tudo voltou de uma vez.
O hospital. Aurora. O sequestro.
Estendi a mão automaticamente para o lado, procurando por Maitê. Meus dedos encontraram apenas lençóis frios.
Abri os olhos completamente e virei a cabeça. O espaço ao meu lado na cama estava vazio, o travesseiro ainda com a marca de onde sua cabeça havia estado.
— Maitê? — chame