O mundo parou outra vez.
E de novo, não era figura de linguagem. O mundo realmente parou. O ar gelou. O chão sumiu. Os sons da noite — os carros, o vento, os passarinhos — desapareceram.
Só existia aquela frase.
"Eu sou Victor Sterling."
"O fantasma que ressuscitou."
As palavras ecoavam na minha cabeça, martelando, queimando, destruindo tudo que eu achava que sabia. Meu coração batia tão alto que eu jurava que ele podia ouvir. Minhas mãos suavam. Minhas pernas tremiam. A respiração não vinha. E