154. Uma Criatura Mitológica
Após passar horas entre organizar as compras impulsivas que fizemos e discutir sobre nomes, acordo com a boca seca e uma vontade incontrolável de… figo com queijo de cabra.
Sim, eu sei. É esquisito. Mas me dá vontade de chorar de tanta vontade que sinto.
Me viro na cama, ofegante como se tivesse acabado de correr uma maratona, e cutuco Ettore no ombro.
— Ettore… Ettore…
Ele resmunga algo que não entendo e afunda ainda mais o rosto no travesseiro.
— Amore… por favor, acorde. É sério.