Mundo ficciónIniciar sesiónMaria Júlia García é uma menina de 17 anos que está terminando seu ensino médio, menina tão inteligente que já foi aprovada em duas faculdades para cursar medicina, mas não se enganem achando que a vida dela é fácil, nada na vida de Majú é fácil. Depois de ter perdido os pais em um acidente aéreo Majú foi criada por seus tios Ricardo e Teresa em um apartamento confortável na zona sul do rio, Ricardo só aceitou criar a menina que tinha 10 anos na época por conta de uma indenização que teria que receber da companhia aérea pela morte de seus pais e por conta da sua herança, que só poderia mexer quando completasse 18 anos, já Teresa cuidou dela como uma filha de verdade já que não teve filhos, protegeu a pequena Majú das garras do seu marido até quando pôde! Daniel Barreto, vulgo Lyon, 27 anos, dono do complexo de Israel, herdou o morro do pai há exatos 5 anos. Comanda a comunidade a mãos de ferro com ajuda de seu sub e melhor amigo Rafael, vulgo Fael, nada passa batido por eles é ordem total na comunidade. No quesito do coração Lyon é totalmente desapegado, totalmente fechado, mulher pra ele só serve para lhe satisfazer e vazar. No dia que seu pai morreu em seus braços e não foi por causa de uma invasão e sim por uso excessivo de drogas(overdose), Daniel jurou nunca entregar seu coração a mulher nenhuma já que ele acompanhou a vida inteira o sofrimento do seu pai desde que sua mãe foi morta por um traficante rival, ele tinha apenas 12 anos de idade. Será que eles serão capazes de superar anos de sofrimento e serem felizes? Juntos ou separados?
Leer másDia do meu aniversário, tô meio bolado que não consegui ligar pra Majú essa madrugada, tem um boato que vão fazer revista nas celas a qualquer momento e nosso celular teve que desaparece por alguns dias, 28 anos... Essa é a minha idade agora e se eu não tivesse preso com certeza estaria organizando uma festa de arromba na quadra da comunidade. Tudo por causa daquela filha da puta da Rebeca, mais deixa ela que o dela está guardado, quando eu sair daqui vou atrás dela! — Lyon você tem visita hoje! Um dos carcereiro me avisa. Quem deve ser? Majú com certeza não é, ela está proibida de vir aqui e além do mais a favela inteira está de olho nela. Saio da minha cela em direção ao pátio e assim que entro no local já vejo Camila. Porra!! O que essa maluca está fazendo aqui! Assim que me aproximo dela seu sorriso já é aberto, permaneço sério. — O que você está fazendo aqui? Pergunto ríspido. — Hoje é seu aniversário Lyon, soube que você não quer Majú aqui e como os meninos no morro não po
Lyon... Essa semana foi foda, estou recebendo ameaças de todos os lados, tanto dos agentes quanto das facções rivais. Chegou ao meu ouvido que pezão o chefe da facção rival disse que vai querer minha mulher. — Porra Lyon, estão espalhando por aí que ouviram você e sua mulher fodendo e que pezão ficou louco com os gemidos dela. Diz xaropinho. Agarro ele pelo pescoço e grudo na parede. — É o que? Repete essa porra! — Qual foi Lyon... Ele fala com dificuldade. — Eu tô te passando a visão que tá rolando aqui dentro cara. Solto ele e começo a socar a parede, soco tanto que minha mão começa a sangrar. — Se aquele filho da puta tocar em um fio de cabelo da minha mulher eu arranco o pau dele! Digo com ódio. — O pior é que não é só ele que disse isso não cara, os agentes também. Tá todo mundo louco por sua mulher. Fico agoniado andando pela dela, eu preciso falar com ela mais não tenho como fa
Estou dormindo e sou acordada com o toque da campainha, me levanto assustada por que observo pela janela que ainda é madrugada, olho o relógio que tem na mesinha do meu quarto e vejo que ainda são 3:30 da madrugada. Desço as escadas devagar e abro a porta vendo Fael com cara de sono. — Aconteceu alguma coisa pergunto assustada. — Por que não atende ele? Fael vai direto ao ponto. — É isso? — Porra Majú, ele me acordou e me obrigou a vir aqui, cara. Atende ele. — Vou falar o que com ele Fael, ele não quer eu lá e eu não quero atender ele. Cada um faz as suas escolhas. — Já falei que ele tem seus motivos Majú! O cara tah pirando lá, isso é crueldade. — E eu tenho os meus Fael! Crueldade? Vocês pensam muito nele e quem pensa em mim? Quem? Eu já estou alterada. — Você está livre Majú, o preso é ele, não esqueça! — Consequências das escolhas dele! Digo. — Verdade!! Mais lembre que
Estávamos deitados na cama, eu com a cabeça em seu peito e ele acariciando meus cabelos. — Já sabe o sexo do bebê? Enfim ele toca no assunto. — Ainda não, talvez na próxima ultrassonografia dê pra vê. — Não pense que eu não ame essa criança, eu amo! Se estou aqui hoje é por causa de vocês dois, só me dá um tempo para me acostumar com a idéia de que vou ter que ser exemplo pra ele. Eu não digo nada, só ouço e viajo em meus pensamentos, hoje eu entendo o motivo dele não querer ter filhos, ele sabia que isso poderia acontecer e passar anos preso sem poder acompanhar o crescimento do filho deve ser foda. Foram duas horas intensas, esse era o tempo das visitas íntimas e outra desta só daqui a 14 dias, nosso sexo foi repleto de gemidos e palavrões, estávamos loucos para a chegada desse dia e ir embora mais uma vez sem ele doía demais.**Resolvi voltar para o complexo, ficar na minha casa era solitário demais ap





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