Tudo dando errado.
Ela interrompe minha mãe e falava como se eu fosse um bebê, como se ela pudesse me pegar pelo braço e me levasse embora.
— Okay... Entendi... Então é isso, você não vai me perdoar nunca?
— Consequências de suas escolhas, agora cadê meu filho?
Ela era fria.
— JP tem 18 anos Marina, vai com calma com ele.
— Ir com calma? Ele é meu filho e temos um laço sanguíneo, eu sei que ele vai me reconhecer... A não ser que você tenha feito a cabeça dele, bem típico de você Júlia, essa carinha de santa