NATÁLIA
— Por quê? — Ricardo murmurou, parando sobre mim, olhando-me com interesse brilhando em seus olhos.
Meu coração disparou no peito. Continuei traçando seu lábio inferior com meu dedo indicador, indo e voltando lentamente.
— Eu sei que você disse que eu não deveria agir como uma pirralha com os membros da alcateia. — Suspirei e puxei minha mão para mim.
Ricardo assentiu com a cabeça e se afastou de cima de mim. Respirei fundo e o observei.
— Vai ficar tudo bem. — Ele era indulgente. M