- Livrai-me de Heitor Casanova... Amém – ele começou a rir – Me chupa! – o tom foi sério.
- Idiota! – empurrei-o para o banheiro – Só quando você merecer. E você merece... Ah, se merece. – falei em voz alta, observando-o andando praticamente nu, não conseguindo traçar uma linha reta com os pés.
O banheiro era tão grande quanto o quarto.
- Caralho, por que um banheiro tão grande? – me dirigi ao box, ligando o chuveiro enquanto ele apertava o botão da banheira, que começava a encher – Duvido que