- Já vou avisar o médico dele. – Heitor falou, pegando o celular e fazendo a ligação.
- Não precisa... Não adianta mais. Eu não quero ficar num quarto de hospital. Minha hora chegou, Heitor.
Peguei a mão de Allan e disse:
- Você não pode falar assim. Nós precisamos de você, Casavelha.
Ele gargalhou, com dificuldade:
- Só você para me fazer rir, Babi...
- Eu sempre vou estar aqui, Allan... Sempre. Eu amo você. – Deitei minha cabeça no ombro dele.
- Ah, Babi, se você soubesse o quanto isso me faz