Mundo de ficçãoIniciar sessão- Eu entendo, Nic. Não precisa se desculpar. Eu faria a mesma coisa se fosse o meu filho. Hoje entendo o amor materno como algo inexplicável.
- Eu sei do que está falando, Bárbara.
- Pode me chamar de Babi. Eu gosto que só ele me chame de Bárbara. – Sorri.
- Ok – ela riu – Sem rodeios, não é mesmo? Gosto disso.
- Então, se quer ajudar, é o seguinte: de água são 75







