— Mãe! Mãe! — chamo repetidamente, dando leves tapinhas em seu rosto e a abanando com uma de suas revistas de receitas, tentando acordá-la. Aos poucos, ela parece voltar a consciência. — Ai, graças à Deus! — respiro aliviada. — Mãe, fica sentada, respira. — continuo a abandando, enquanto ela parece recobrar a consciência.
— Filha, olha a carne para mim, se não, vai queimar. — me levanto e mexo a carne que ainda tem bastante caldo e está longe de secar. Me certifico de que nada está grudando no