O simples fato de eu existir

Vi a caminhonete de Marco saindo em alta velocidade, perseguindo o automóvel que fugiu, enquanto permaneci imóvel, sem coragem de ir até ela.

- Uma ambulância... precisamos de uma ambulância! – Arlo estava ao telefone, chorando.

Tayla foi andando até onde minha mãe estava, com uma coragem que jamais imaginei que ela teria. Quando chegou perto, virou-se para mim, em lágrimas:

- Ela... ainda está respirando!

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