230. A UM PASSO DA LIBERDADE
NARRADORA
«Correndo pelo labirinto, sua mãe o levava pela mão enquanto a noite avançava sobre suas cabeças e a névoa se arremolinava aos seus pés.
As cercas-vivas altas, que de dia pareciam lindas, agora pareciam paredes opressivas que se fechavam sobre eles.
—Aah… —o pequeno Alistair caiu de repente, soltando-se da mão da rainha.
—Levante, bebê, levante —Elisa o segurou com braços fracos, e seus olhos já mostravam lágrimas não derramadas.
Não daria tempo de os dois escaparem, haviam sido desco