228. O AMIGO MAIS LEAL
NARRADORA
«De novo, a escuridão o invadia e ele estava dentro daquele armário, olhando pela fresta a lembrança de sua mãe sendo torturada por Héctor.
Ela gritava e chorava no chão, fazendo o coração de Alistair voltar a doer. Quantas vezes ele havia revivido aquela lembrança horrível.
Tinha vontade de sair de seu esconderijo e defender a mãe, poupá-la de tanta dor, mas sabia que não podia interferir.
Era apenas uma cena que havia vivido quando era criança e espiava por aquele esconderijo.
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