148. MINHA MARCA NA SUA PELE
ISABELLA
—Bebê, espera... ah... shhh.
Minhas costas arquearam, e minha bunda se ergueu sem eu nem querer, enquanto aquela mão grande e áspera esfregava, de novo e de novo, bem na minha fendinha molhada.
Então ele parou de me tocar, e eu senti ele se levantar atrás de mim, o barulho de um zíper abrindo se misturando aos meus gemidos ofegantes.
Eu me tensionei, sem saber o que esperar, a curiosidade se misturando com um tesão perverso.
Os passos do Kaden abafaram no tapete e, um segundo depois, e