As lágrimas haviam encharcado a colcha sob o corpo de Sabrina. Deitada na cama, ela observava as cortinas balançando incessantemente com o vento, os olhos vermelhos e ardentes.
Virou o rosto e o enterrou no cobertor, respirando fundo antes de se levantar para pegar o travesseiro. Voltou a se deitar, envolta pelo cobertor, e caiu em um sono profundo.
As lágrimas em seu rosto já estavam secas. Ela franzia as sobrancelhas enquanto dormia, encolhida como uma bola, assumindo uma postura completam