O pânico, agora, era de um tipo diferente. Não era mais sobre fofoca de colunista. Era sobre fantasmas reais, com poder real, entrando na minha vida no momento mais vulnerável possível.
— O que você quer? — a pergunta saiu em um sussurro rouco, enquanto eu me levantava da cadeira, mancando até a pequena janela da sala, como se pudesse ver a ameaça se aproximando na rua escura.
A voz do meu irmão do outro lado da linha perdeu um pouco da descontração. Ganhou um tom mais sério, mais calculista.
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