CINDERELA
Quando acordo estou em uma sala suja, cheirando a podre. É difícil conter a vontade de vomitar. Me lembro vagamente do que aconteceu no carro. Aquele maldito motorista. Ele nos traiu.
A minha cabeça dói. A acertaram. Me lembro da dor e de apagar.
Tento levar a mão até o foco da dor, mas elas não se movem, estão amarradas.
Vejo que não sou a única na sala. Há três outras cadeiras na minha frente com outras três pessoas amarradas. Conheço cada uma delas. É o motorista, Nate e Drizella.