— Pronta? — perguntei me recostando na porta.
Eduarda terminava de fechar a mala que estava sob a cama e se virou para mim em seguida.
Ainda sentia o ar fugindo dos pulmões todas as vezes que aqueles olhos castanho-claros me observavam. Resfoleguei, não pude evitar.
Algum dia eu me acostumaria com isso?
Pedia a Deus todos os dias que não.
— Não vejo a hora. — ela respondeu, me fazendo voltar com os pensamentos a nós. A passos lentos ela foi se aproximando de mim, até ficar a milímetro