RAOUL
— Fique aqui. Vou ver o que está havendo — digo colocando Carmine no chão.
— Não. — Ela agarra meu braço. — Não faremos mais nada sozinhos, você prometeu quando me pediu em casamento.
Não me lembro disso implícito no pedido.
— Pelo menos fique atrás de mim.
Carmine acena e abro a porta do banheiro devagar. É quando um bando de alunos entra correndo e gritando em completo desespero. Alguns estão sangrando.
— O que houve? — Ouço Carmine perguntar segurando o braço de um cara.
— O Kaio entro