A luz suave da manhã invadia o quarto pelas frestas da cortina quando meus olhos se abriram. Por um segundo, achei que ainda estivesse sonhando. A lembrança da noite passada estava fresca na minha mente — a pele quente de Trent, o som calmo da sua respiração, a forma como ele me envolveu nos braços, me fazendo sentir segura como nunca.
Mas, ao me virar, percebi que ele não estava mais ali.
Me sentei na cama e vi um bilhete sobre a mesinha de cabeceira, escrito com a caligrafia firme e apressada