PONTO DE VISTA DE ELISE
Trent me conduziu até o carro que estava estacionado em frente ao hotel.
Suas mãos ainda firmes nas minhas, mesmo depois de tudo.
Mesmo depois de ver o sangue. Mesmo depois de ouvir as palavras que eu disse.
Ele não recuou.
Eu coloquei meu vestido de volta, com os dedos trêmulos, tentando me recompor, mas não havia como esconder a bagunça por dentro. O gosto amargo na boca, o peso no peito. O que eu tinha feito... quem eu estava me tornando...
Assim que a porta do carro