Sarah ainda não tinha reagido quando viu os homens de preto invadirem a casa com espadas em mãos, as lâminas já ensanguentadas, claramente tendo matado algumas pessoas pelo caminho.
Ela gritou, se virou e bateu com força na porta, implorando:
— Fabiana, abra a porta, abra a porta!
Eugênia e Acira estavam protegendo Sarah, tremendo como folhas ao vento. Acira falou:
— Não se aproxi...
Um dos homens de preto passou a espada pelas suas gargantas, elas sentiram um frio no pescoço, o sangue espirrou