O ar da manhã em Porto Cristal era fresco e carregado com o cheiro de orvalho. Na varanda do quarto, Olívia estava imersa em seu próprio mundo. O cavalete, segurava uma folha de papel, sobre a qual ela trabalhava em uma aquarela delicada. Pequenos potes de tinta estavam abertos sobre uma mesinha auxiliar, ao lado de seus pincéis.
Estava ilustrando um jardim, a representação de um sonho, um emaranhado etéreo de trepadeiras e flores que pareciam suspensas no ar, quase transparentes.
A inspiraçã