Capítulo 248— Onde a escuridão termina.
Rafael permaneceu ajoelhado, a mão ainda apoiada na lápide, o olhar fixo no nome falso como se a mente se recusasse a aceitar que não havia mais busca, nem estrada, nem relatório, nem esperança. Só fim.
Quando finalmente falou, a voz saiu tão baixa que o próprio vento quase levou.
— Me perdoa.
Silêncio.
Ele fechou os olhos por um segundo.
A mandíbula travada.
O peito duro demais para chorar, pesado demais para respirar direito.
— Sei que é muito tarde pra tudo isso… — murmurou. — E se você esti