Eu sempre soube que, em qualquer lugar, os novatos eram observados com desconfiança. Era um comportamento quase infantil, mas, ainda assim, recorrente. As pessoas olhavam de canto, cochichavam, julgavam, como se a presença de alguém novo representasse uma ameaça direta às suas zonas de conforto. E, ironicamente, muitas dessas mesmas pessoas pareciam não compreender o óbvio: empresas precisam crescer. Expandir. Evoluir. E, para isso, é natural que haja rotatividade. Gente nova chega, gente antig