O carro cortava a estrada silenciosamente, a única coisa que quebrava o silêncio era o som suave do motor e o farol iluminando a estrada à frente. Afonso estava sentado no banco do passageiro, os olhos fixos na estrada que se estendia diante dele. Ele se sentia desconectado, como se estivesse flutuando entre a realidade e o vazio. O que deveria ser uma viagem romântica, uma fuga dos problemas, estava lhe dando uma sensação de desconforto que ele não conseguia entender. Ele olhou para Cloé, que