Quando entro no apartamento, sou surpreendida com a presença de Dante. Pela primeira vez em dias, ele não está fingindo que sou parte da mobília ou dos empregados.
Dante está olhando diretamente para mim com uma expressão assassina.
Ele sabe. Penso.
— Você voltou cedo hoje — tento disfarçar depois de alguns segundos atônita. Fecho a porta e deixo minhas coisas no aparador, pensando em como respirar sem ter um ataque de pânico.
— Pois é — ele diz. — Achei que você estaria em casa, onde estava?
—