O apartamento no Brooklyn ficou pequeno nas duas horas seguintes.
Killian não parava de andar de um lado para o outro, a mão passando pelo cabelo repetidamente, a mandíbula tensa. Ele parecia um leão enjaulado — poderoso, mas preso. Eu estava sentada no sofá, observando-o, com as pernas cruzadas e os braços cruzados sobre o peito.
— Você vai gastar o assoalho — disse, provocando.
— Seus irmãos vão chegar daqui a pouco. — Ele parou de andar e me olhou. — Eles vão me odiar.
— Você já disse isso.