A festa de Seamus O’Connor era um espetáculo de luxo e depravação.
O salão principal do clube havia sido transformado em um palácio sombrio: lustres de cristal negro, mesas cheias de champanhe caro, mulheres seminuas servindo os convidados e música eletrônica pulsando baixo, como um coração doentio. Seamus estava no centro de tudo, sentado em um trono improvisado de veludo vermelho, cercado por seus homens mais leais. Ele usava um terno preto impecável e um sorriso que parecia quase generoso — m