A noite caía sobre a cidade como um véu denso e sombrio, envolvendo os becos e ruas de paralelepípedos em uma penumbra quase fantasmagórica. Na cabana afastada onde Elise e Viktor se refugiavam, o silêncio era quebrado apenas pelo crepitar da lareira e pelo som distante do vento zunindo entre as árvores.
Elise sentia o peso dos últimos dias sobre os ombros. A tensão das buscas, o medo constante de ser encontrada e a incerteza do futuro pairavam sobre ela como um fardo invisível, era infantil pe