O silêncio do castelo parecia pesar mais do que o habitual, tudo estava tão quieto que parecia que se uma simples pena caisse no chão faria um estrago incalculável. Astor estava em seu gabinete, sentado em sua poltrona de couro enquanto encarava a luz difusa que entrava pela janela. A imagem de Elise inconsciente em seus braços, os olhos dourados brilhando como um sol intenso, ainda estava viva em sua mente.
Nos últimos dias, os acontecimentos foram se desenrolando como uma tempestade impossíve