Elise despertou com a luz suave do amanhecer filtrando-se pelas cortinas pesadas de seus aposentos. A rotina que havia estabelecido desde a conversa com os reis se tornara quase automática: levantar, manter uma postura confiante, esconder sua impaciência e, antes de qualquer outra coisa, beber o chá que garantiria que seu plano seguisse intacto.
Ela caminhou até a pequena mesa perto da janela, onde a infusão de ervas já a aguardava. Pegou a xícara com ambas as mãos, observando o líquido escuro