Os pelos da nuca de Carolina se arrepiaram, e ela sentiu um medo inexplicável.
Ela balançou a cabeça, cobrindo o estômago:
- Você vai primeiro, eu preciso usar o banheiro.
- Tem um banheiro no quarto.
- Não precisa, eu ainda prefiro...
Carolina não terminou a frase, seu corpo foi erguido por Henrique, e ela perdeu repentinamente o equilíbrio, deixando escapar um grito curto e agudo. Seus braços instintivamente envolveram o pescoço de Henrique.
Os belos olhos de Henrique continham um traço malici