Liel
Eu precisava de respostas, não de uma babá.
Mas Vinnie Azzaro decidiu, naquela manhã, que ia grudar em mim como se eu fosse de porcelana. Ficou na cadeira ao lado da minha cama com aquela postura de quem não vai a lugar nenhum, os braços cruzados, o olhar fixo, completamente imune às três vezes que eu sinalizei que preferia silêncio.
O padrinho dormia do outro lado do quarto. A luz entrava fraca pela janela. Meu ombro latejava num ritmo constante que eu estava aprendendo a ignorar.
— Você