Vinnie
Meu pai dormia profundamente na cama do hospital, o peito subindo e descendo em um ritmo lento e constante. Fiquei observando por alguns segundos, só para ter certeza de que ele não acordaria. Depois, peguei a mão de Liel com firmeza e a puxei para o banheiro sem dizer uma palavra.
— Vinnie... — ela começou, a voz baixa, mas carregada de protesto.
Fechei a porta atrás de nós com um clique suave e tranquei. O espaço era pequeno, iluminado apenas pela luz fria do teto, mas era o suficiente