O quarto estava mergulhado na penumbra, o ar ainda pesado com o cheiro de sexo e perfume caro. Elle descansava com a cabeça no meu peito, os dedos desenhando preguiçosamente linhas sobre minha pele. Seu corpo estava quente, macio e familiar. O sexo tinha sido bom, como sempre. Sem complicações. Sem exigências.
Era exatamente assim que eu gostava.
— Daniel... — ela murmurou, a voz suave e satisfeita. — Sua mãe me ligou ontem.
Senti meu corpo ficar tenso debaixo dela. Continuei passando a mão por