A sede da Vanguard ficava no trigésimo andar de um prédio espelhado no centro financeiro de Los Angeles. Era a fachada corporativa da família Barone, um império de vidro, aço e silêncio climatizado, onde lavávamos dinheiro com a mesma facilidade com que engravatados de Wall Street bebiam café.
Quando as portas do elevador privativo se abriram, eu já havia vestido a minha armadura.
O luto pelo meu irmão tinha ficado no corredor escuro da minha casa. E eu tinha trabalho a fazer. Para mim, era uma