A inquietação já está em mim antes mesmo de o carro sair da garagem.
— Como ele está? Pergunto a Francisco assim que me acomodo no banco de trás.
É estranho sentar ali quando somos apenas nós dois. Sempre é. Da primeira vez que tentei ocupar o banco da frente, percebi imediatamente o quanto aquilo o deixou desconfortável. Desde então, aceitei meu lugar atrás não por submissão, mas porque Francisco carrega um código próprio, rígido, silencioso.
— Trabalhando demais e dormindo de menos ele resp