Mundo de ficçãoIniciar sessãoO elevador privativo subiu em um silêncio que parecia zombar de mim. As portas se abriram para o luxo estéril da cobertura, mas eu não conseguia enxergar as obras de arte ou a vista deslumbrante de Chicago. Meus olhos viam apenas o concreto sujo do armazém e os lábios ensanguentados daquele rato dos Gallo, cuspindo palavras que eram como granadas lançadas, destinadas a destruir tudo que eu havia construído em minha vida.
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