— O que está fazendo? — Perguntei com a voz eufórica e trêmula.
— Com medo? — Questionou com ar de sorriso. — Não se preocupe, é algo bastante doloroso, não vai matá-la, mas vai desejar morrer.
Com isso, Sebastian voltou a parar na minha frente, mas desta vez acompanhado por uma injeção.
— O que é isso?
— Já ouviu falar do soro da verdade?
Meu sangue gelou. Ao me questionar, um arrepio forte e doloroso subiu pela minha espinha, e ao vê-lo se aproximar, me desesperei. O choro antes preso