Ela se aproximou triste.
— Não, nunca foi fácil. Já te contei tudo, várias vezes.
— Não importa o que eu diga ou faça, você não aceita o meu perdão.
— Eu fiz o que precisava fazer, pelo seu bem.
Ele enxugou os olhos marejados, decepcionado como todas as outras vezes.
— Te procurei para te pedir perdão, se tem uma coisa que eu aprendi nesses últimos meses…
— É que cada um de nós vai acertar as contas com Alá no dia do juízo final.
— E eu não sou melhor que você ou o meu pai para estar condenando