O mordomo abre a porta para mim, o vento frio arde nas minhas bochechas, mas continuo andando. Sebastian preferiu que todos pensassem que eu, uma pobretona, estivesse atrás de um homem rico para me bancar, ele preferiu assim sendo que eu não estou aqui por querer. A raiva tomava conta do meu peito, eu queria socar ele, odiava aquela expressão de satisfação em seu rosto ao me ver em saia justa.
Sinto uma mão segurando meu braço me puxando para trás.
— Me solta, Sebastian! — Grito.
— Vai tentar f