A manhã seguinte foi de uma intensidade avassaladora. No quarto do hospital, Lana passava as horas em claro, segurando a mãozinha de Gael. A febre do menino parecia implacável e não cedia por nada, deixando a mãe em um estado de aflição contínua. Foi preciso que a equipe médica fizesse uma avaliação detalhada e trocasse o antibiótico por um mais forte para que, finalmente, o organismo do pequeno Mérida começasse a responder.
Durante todo esse processo de angústia, Alexandre permaneceu como Lana