Rael abriu os olhos devagar quando os primeiros raios de sol começaram a invadir o quarto. Lana ainda dormia ressonando baixinho, com a cabeça apoiada confortavelmente em seu peito. Do criado-mudo, o som suave de um choro vindo da babá eletrônica quebrou o silêncio da manhã. Rael sorriu e selou um beijo carinhoso no topo da cabeça da esposa.
— Amor, bom dia... — murmurou ele com a voz rouca. — Preciso levantar para ver quem está nos chamando.
Lana abriu os olhos devagar, curvou os lábios em um