(POV: Sophie)
O elevador subiu em um silêncio suave, cada andar um passo a mais em direção ao desconhecido. Quando as portas se abriram diretamente para o pequeno hall privado, meu coração martelava contra as costelas. Havia apenas uma porta, escura, silenciosa, imponente. Respirei fundo, a mão tremendo ao apertar a campainha.
Esperei. Nada. O silêncio só aumentava meu nervosismo. Apertei de novo, desta vez com mais força.
A porta se abriu de repente. E lá estava ele.
Alexandre não usava terno