(POV: Sophie)
O trajeto de volta para casa foi preenchido por um silêncio que, embora não fosse hostil, estava carregado de perguntas que eu não conseguia mais calar. Alexandre dirigia com uma mão no volante e a outra repousando sobre a minha, mas minha mente ainda estava presa ao olhar de Babi. Eu precisava entender o que aquilo significava.
— Alexandre, eu preciso te perguntar uma coisa. — falei, olhando na direção dele.
— Pode perguntar. O que você quer saber? — respondeu, lançando-me um